Proficiente na área de segurança pública e privada, com mais de 35 anos de carreira, Bondaruk consta entre suas formações profissionais Bacharelado em Direito e Aperfeiçoamento de Oficiais e Doutorado em Estratégias de Segurança Pública. Autor de 21 obras sobre segurança pública e temas correlatados incluindo o livro A Prevenção do Crime Através do Desenho Urbano que rendeu-lhe o Prêmio Hermé de Inovation, concedido pelo Instituto Europeu de Diretores de Inovação e sua última obra Condomínios Residencias e Comerciais.
Bondaruk assinalou que o principal impeditivo de furtos e roubos residenciais e empresariais continua sendo a prevenção, como iluminação adequada,não esquecer portas destrancadas nem chaves na ignição de automóveis, por exemplo.
Criticou a impunidade, mas lembrou das responsabilidades das polícias civil, militar e do Ministério Público em relação aos menores infratores,”a questão cultural é fundamental, temos que evitar a fragmentação cognitiva, ou seja, a omissão diante dos casos em que nossa atuação evitaria situações mais graves; não basta apontar o problema, é preciso colaborar para a solução”, recomendou.
Citou conselhos comunitários de segurança e medidas protetivas em conjunto como ações efetivas e pragmáticas nesse sentido.
Informou que o comércio de entorpecentes ainda é uma tragédia mundial e que o Brasil, por causa da proximidade geográfica com países como Paraguai e Bolívia, grande produtores de cocaína e maconha, fragilizam ainda mais o país.
Comentou sobre o grau de toxidade do crack, subproduto mais corrosivo e potente que a cocaína,”a lesão orgânica e a possibilidade de viciar são muito grandes”, sublinhou.
Na sexta-feira à noite, ele ministrou palestra no auditório lotado da FANORPI(Faculdade do Norte Pioneiro)/Uniesp(BR 153- km 40,Parque de Exposições Dr. Alício Dias dos Reis), em Santo Antônio da Platina.
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