No recurso impetrado no TJ, a advogada Maria Cláudia de Araújo Coimbra argumentou 'falta de fundamentação na decisão em primeira instância, que transformou a prisão temporária em preventiva'. Ela alegou ainda que Galindo 'acumulou 120 dias de prisão por conta do depoimento de uma única testemunha ouvida na delegacia, ouvida em ambiente fechado e sem a possibilidade de questionamentos'. Por último, a advogada pontuou que a 'gravidade do fato narrados nos autos e a periculosidade de Galindo foram definições extraídos de elementos não comprovados'. Os argumento foram negados por unanimidade.
Marcus Vinícius Galindo foi denunciado junto com mais seis pessoas pelo Ministério Publico. São eles: Alessandro Souza dos Reis , Conrado Tales da Silva e Jeverson Nascimento Batista, Mayron Genoir Sebastião, Pedro Henrique Domingues da Silva e Wandernilson Ricci. Todos foram detidos no dia 3 de março após operação batizada como 'Força-Tarefa' e deflagrada pela Polícia Civil de Londrina. Galindo foi localizado na casa de uma tia no Vale dos Tucanos, próximo à avenida Harry Prochet, na zona sul da cidade.
Batista foi apresentado à imprensa na mesma ocasião. Ele foi flagrado em Navegantes (SC). Os dois são acusados de atirarem contra o PM, enquanto o restante do grupo arquitetou os detalhes do crime. Silva, por exemplo, teria dirigido o veículo usado no dia do atentado. A ordem para executar o policial londrinense partiu de ordens proferidas na Penitenciária Estadual de Piraquara, na região metropolitana de Curitiba. O planejamento foi desenvolvido através de mensagens trocadas pelos criminosos através do WhatsApp.
O soldado Oliveira foi socorrido por colegas da 4ª Cia. Independente e levado às pressas para o Hospital da Zona Norte (HZN). Ele sofreu ferimentos considerados graves no braço e nas costas, e permaneceu afastado por 30 dias do serviço por conta das sérias lesões.
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