De acordo com o investigador Antônio Carlos do Grupo de Diligências Especiais da Polícia Civil (GDE), ao dar entrada no pronto-socorro, a vítima, de nome Gabriel, também conhecido como “Biel”, não deu informações sobre o ferimento que apresentava na mão direita, mas o médico que o atendeu logo percebeu que este foi causado por um disparo de arma de fogo e de imediato acionou a polícia.
Segundo o investigador do GDE, já no hospital, em contato com a vítima, este relatou que por volta do meio dia e meio havia saído de um sítio nos arredores do Conjunto Ayrton Senna, onde reside e seguia por uma estrada em direção à cidade, quando de repente um indivíduo, usando uma máscara para tampar o rosto, saiu do meio de um matagal e passou a efetuar vários disparos de arma de fogo contra a sua pessoa.
Para se proteger, o Gabriel afirmou que saiu correndo, mas um dos tiros acertou a sua mão, seguindo ele para o hospital.
Ele ainda afirmou que não possui desavenças e não tinha conhecimento da razão do ataque, informou o investigador.
Os policiais constaram que na camisa que o rapaz usava, havia marcas de tiros, que por sorte não o atingiram.
O fato foi registrado, seguindo investigações para apurar o caso, finalizou Antônio Carlos.
Essa foi à terceira tentativa de homicídio registrada durante a semana em Cornélio Procópio.
A primeira aconteceu na Vila São Pedro na noite de segunda-feira (12), onde um rapaz de 24 anos foi alvejado por disparos de arma de fogo na Rua Júlio Mariucci, efetuados por um menor de 15 anos, que alegou que a vítima devia a ele trezentos e cinquenta reais.
A segunda ocorreu na tarde de terça-feira (13), na Vila América, onde um detento o regime semiaberto, que cumpre pena na cidade de Londrina, afirmou que ao caminhar pela cidade, depois de visitar parentes, foi perseguido por indivíduos em um veículo VW/Gol de cor preta, que atiraram contra sua pessoa.
As equipes policiais de Cornélio Procópio estão em alerta e a população pode ajudar a evitar este tipo de situação ao se deparar com movimentação de pessoas suspeitas nos bairro onde moraram, ligando para a polícia através dos telefones 190, na central da PM, no número 181, no Disque Denúncia ou na delegacia, no telefone (43) 3520-4950.
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