segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Seis adolescentes são apreendidos com drogas em C. Procópio e mãe se revolta com Lei que a impede de educar seu filho infrator

De acordo com o SD Volpi da Polícia Militar de Cornélio Procópio, em virtude de várias denúncias que davam conta sobre a grande movimentação de pessoas em determinada residência da Rua Rio Grande do Norte, na Vila São Pedro, em um local conhecido como “Biqueira do Tio Neguinho”, na tarde de sexta-feira (2), equipes da PM passaram a monitorar a área, onde visualizaram vários adolescentes entrando e saindo da casa.

Diante do fato, o local foi cercado e abordados, a princípio, seis jovens, sendo quatro garotos e duas meninas, ambas moradoras da cidade de Andirá.

Com dois dos jovens foi encontrados dinheiro em notas diversas e no interior da casa, duzentas e vinte gramas de maconha, dividas um tablete grande e pequenas porção já embaladas para a venda, que estavam bem escondidas.

Diante do fato, o grupo de adolescente, juntamente com a droga encontrada, foram levados à sede da PM, na 1ª Companhia e coma a presença de conselheiros tutelares, além de responsáveis, encaminhados para a 11ª SDP da Polícia Civil para as devidas providências, informou o SD Volpi, que integra a equipe do Subtenente Carlos, composta pelos soldados Ribeiro, Hilana, Louzano.

A mãe de um dos adolescentes acompanhou o procedimento policial e disse em entrevista, que esta revoltada com as leis.

Segundo a mulher, ela tentou corrigir o filho quando ele ainda tinha 13 anos, mas foi impedida pelo Conselho Tutelar, que usou o Estatuto da Criança e do Adolescente para impedi-la e quase foi presa por isso.

Faz um mês que o jovem saiu da internação e continua o mesmo, o que seria um período de correção, não serviu para nada e ela vai continuar lutando para tentar educar o filho, antes que o pior aconteça, afirmou a mulher.

Ela questionou a lei que prejudica a sua intenção de educar o filho de uma forma mais severa e pede que esta seja mudada, pois a juventude está perdida, onde as mães são obrigadas a irem às delegacias para tirarem os seus filhos, que já não a respeitam mais, finalizou a mãe, ainda revoltada com a situação.

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