A proposta foi aprovada durante a votação do parecer prévio pela regularidade das contas do governo do Estado referentes a 2015, de responsabilidade do governador Beto Richa. O relator do processo, conselheiro Ivens Linhares, apôs 17 ressalvas, 29 determinações e 4 recomendações ao balanço. A proposta de voto do relator foi aprovada por unanimidade pelos conselheiros e auditores reunidos no Pleno, durante sessão extraordinária do colegiado, nesta terça-feira (13).
Segundo o relator, os cancelamentos de empenhos, restos a pagar e despesas não empenhadas podem acarretar prejuízo ao cofre público, "na medida em que forem causa de atraso no pagamento de fornecedores, com a consequente incidência dos encargos moratórios de multas e juros".
Tomada de contas extraordinária é um procedimento de fiscalização previsto na Lei Orgânica e no Regimento Interno do TCE. Ele deve ser instaurado, entre outras situações, quando houver indícios de prática de desvio de dinheiro público ou de ato ilegal, ilegítimo ou antieconômico por parte do responsável.
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