Conforme informações divulgadas pela APP-Sindicato, a maioria dos presentes decidiu em votação a deflagração da greve. O principal motivo foi devido ao não pagamento da data-base para janeiro de 2017, que era a conquista da última greve dos educadores. Foi enviada uma proposta à Assembleia Legislativa para "suspender o pagamento do direito e condicionar o pagamento das promoções e progressões (mais de 600 milhões em atraso) às sobras do caixa do Estado".
Em nota emitida nesta quarta-feira (12), a Secretaria de Estado da Educação (SEED), reitera que tem mantido o diálogo aberto, com a realização de reuniões periódicas na secretaria e na Casa Civil.
"Todas as demandas dos professores e funcionários da educação estão sendo analisadas", ressalta a nota. Em relação à principal reivindicação, do pagamento das promoções e progressões, a SEED afirma que pretende implantar esses pagamentos a partir de janeiro de 2017.
A secretária de Estado da Educação, professora Ana Seres, destaca que o Governo do Estado tem feito todos os esforços para efetuar os pagamentos o mais breve possível, mas isso depende da evolução do orçamento.
Sobre o calendário escolar, conforme a SEED, as reposições devem avançar até 2017, pois as aulas deste ano terminam em 21 de dezembro, devido às duas paralisações de 2015. Para dar sequência às negociações, um novo encontro está marcado para a próxima quarta-feira (19).
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