Segundo o policial militar, as imagens o mostravam subtraindo os objetos e com esta evidência, um cerco foi realizado na área central, sendo que pouco depois ele foi encontrado e detido.
Como mesmo os policiais encontraram parte dos objetos furtados e questionado sobre o aparelho celular que não estava mais com ele, o meliante afirmou que havia vendido para um mototaxista amigo seu, quando este o ajudou a se evadir do local do furto, inclusive mencionado o local onde poderia ser encontrado.
Na sequência os policiais foram até o ponto onde o mototaxista trabalha, mas este não foi encontrado, porém foram informados do endereço de sua moradia, para onde se dirigiram e em contato com sua genitora, esta afirmou que ele não estava em casa e sim trabalhando.
As equipes policiais persistiram em diligências no intuito de encontrar o mototaxista para tentar recuperar o telefone e durante buscas, receberam uma ligação da sua esposa, que foi aconselhada a dizer ao marido que procurasse a PM para não complicar ainda mais a sua situação, porém pelo visto, ele não acatou a orientação e não entrou em contato, informou Alves.
Depois de identificarem a moto que ele usava para trabalhar, uma equipe policial acabou por encontra-lo na Rua Santos Dumont, o qual ao visualizar a viatura tentou fuga, mas logo foi contido e abordado.
Questionado sobre a situação em que se envolvera, o mototaxista disse que realmente conhece Reginaldo e o encontrou na Rua Anchieta, onde foi parado e fez uma corrida para o mesmo, no caminho ele lhe ofereceu o aparelho celular por um valor de 40 reais.
O mototaxista afirmou que questionou Reginaldo sobre a procedência do aparelho, mas ele garantiu que não existia nada de errado, assim ele acabou o comprando, deixando guardado em sua casa.
Em seguida os policiais recuperaram o celular e diante de todos os fatos, ambos os envolvidos receberam voz de prisão e foram encaminhados para o devido procedimento na 11ª SDP.
Segundo que foi apurado, ao ser liberado na delegacia após o furto da bicicleta, Reginaldo foi em busca do seu carrinho de carregar papelão e no caminho, passou pelo restaurante e aproveitou para subtrair os objetos, o que não demonstra qualquer interesse de não se envolver em confusão, finalizou o SGT Alves.
Cabe salientar que os fatos narrados foram baseados no depoimento do SGT Alves da Polícia Militar em entrevista, que acompanhou as duas ocorrências junto as equipes policiais que as atenderam a solicitação das vítimas.
Os acusados não relataram as suas versões sobre as acusações que sofreram para o site Anuncifácil, o que é direito deles, sendo ouvidos pela autoridade da Polícia Civil, que ficou responsável pelo caso.
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