Após analisarem as características físicas de três meliantes que ficaram registradas em câmeras de monitoramento durante o assalto a uma relojoaria localizada no centro de Cornélio Procópio no início da tarde de sábado (11), a Polícia Militar realizou uma grande operação que acabou na prisão de um indivíduo de nome Welinton, 18 e apreensão de outros três menores, todos moradores do Conjunto Habitacional João Rocha.
A câmara de segurança registrou três assaltantes, mas eles confessaram que havia um quarto indivíduo que ficou do lado de fora da loja e este também foi encontrado e detido.
Segundo o Capitão Talhetti, as imagens mostravam que os meliantes estavam com os rostos cobertos, mas a maneira de agiram levou os PMs a identificarem alguns deles.Ao serem detidos, os jovens falaram que venderam as joias para um cidadão do Jardim Panorama e ao se dirigem para o local, parte dos objetos roubados foram localizados em uma residência de um casal.
O dono da casa disse que os materiais foram jogados em seu quintal, mas ao serem indagados novamente, os assaltantes disseram que além das joias, o rapaz ainda ficou com a arma usada no crime, obrigando os PMs a retornarem ao Jardim Panorama e onde abordaram pela segunda vez, que a princípio negou o fato, mas devido a insistência dos policiais, ele logo entregou a arma que estava escondida dentro da casa.
Os envolvidos no assalto possuem passagens pela polícia por tráfico de drogas e furto. Dono da casa não possui histórico policial, mas foi detido e pode responder pelo crime de receptação e posse ilegal de arma de fogo.
A PM não acredita que estes meliantes sejam os mesmos que assaltaram outra relojoaria no centro da cidade no início da semana, informou Talhetti.
Na delegacia, Welinton contou friamente como foi o assalto, dizendo que se fossem joias em ouro, estas seriam vendidas em Foz do Iguaçu. O rapaz declarou que foi influenciado pelo assalto no início da semana e que havia se drogado antes do roubo.
Quanto à arma usada no crime, Welinton relatou que qualquer um pode adquirir um revólver ou pistola facilmente na cidade, o que deixa a população aterrorizada.
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