terça-feira, 19 de novembro de 2013

Feriado prolongado termina com quatro mortos e 40 feridos em Londrina e região

A 2ª Companhia de Polícia Rodoviária Estadual (PRE), com sede em Londrina, observou o aumento da violência no trânsito durante o feriado prolongado do Dia da Proclamação da República. Três mortes aconteceram em acidentes entre os dias 14 e 17, contra apenas uma em 2012. Já o número de acidentes subiu de 31 para 33 e o de feridos de 24 para 40.

O porta-voz da PRE, sargento Adalberto Alves Silva, afirmou que os dados decepcionaram. "O feriado não gerou o resultado esperado porque quando a gente parte para a operação, a gente espera reduzir ao máximo o número de feridos e fatais. Como houve aumento, nós lamentamos, embora a gente tenha aplicado todo o efetivo", disse na manhã de segunda-feira (18).

O primeiro acidente foi registrado na quinta-feira (14), na PR-323, em Rolândia (24 km de Londrina). Um GM Astra e uma Rand Rover bateram transversalmente, o que causou a morte de Maria Marluce Ivo, 64 anos, e deixou outras duas pessoas feridas.

Já na madrugada de sexta-feira (15), um motociclista de 19 anos faleceu ao colidir contra um VW Gol na PR-466 em Ivaiporã (166 km de Londrina). Outro óbito aconteceu nesse domingo (17), em uma colisão frontal entre dois carros, com a morte de uma idosa.

A morte de uma criança de quatro meses não entrou no relatório oficial da PRE, mas a menina faleceu no hospital após um capotamento na PR-090, em São Jerônimo da Serra (78 km de Londrina). Seus pais ficaram feridos.

Em 2013, a PRE fiscalizou 1.541 veículos, autuou 452 e reteve 38. As multas por ultrapassagem em local proibido caíram de 166 em 2012 para 125 em 2013, mesma queda tiveram as autuações pelo não uso de cinto de segurança - 106 para 73.

Já as notificações por excesso de velocidade subiram de 662 para 917 e as embriaguez de duas para seis. Segundo o sargento Alves, este ano, o foco da operação esteve nas motocicletas.

"A quantidade de motos envolvidas em acidentes é muito grande, temos uma preocupação especial com isso porque, mesmo sendo acidentes mais leves, os feridos são mais graves. Outra situação é que muitos marginais utilizam esse meio de locomoção para fazer assaltos", disse. (Redação O Diário)

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