A agente Juliana, subchefe do sistema carcerário do mini presídio que socorreu a vítima, revelou que a garota é menor de idade e está gravida do detento. Ela visitava o companheiro com o consentimento dos pais que deram a autorização que a jovem vivesse com o acusado.
Segundo Juliana, a vítima relatou que o companheiro tentou sufoca-la com um travesseiro e só não obteve êxito porque ela usou as unhas contra o pescoço do agressor para fazer com que ele se afastasse.
Conforme relato da menor, então o detento passou a deferir tapas em seu rosto até o final da visita, quando o carcereiro abriu a porta da cela íntima. Juliana mencionou que em uma visita anterior, o casal havia se desentendido e o detento pediu para que a companheira fosse retirada da cela.
Na delegacia, o detento teve uma suposta crise nervosa e negou que tentou sufocar a vítima, afirmando que apenas deu um soco na cabeça da jovem, mas a vítima insistiu na acusação, dizendo que o rapaz ainda teria a ameaçado caso ela o denunciado e diante disto, ele foi enquadrado na Lei Maria da Penha, não podendo mais receber visita da companheira. (Reportagem de Luís Lucas do Portal Cornélio Noticias)
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