O governo apresentou, durante o encontro desta segunda, uma série de condições aos sindicalistas para concordar em não descontar os vencimentos dos educadores integrantes do movimento grevista.
Conforme a secretaria, as faltas de maio e junho serão negociadas mediante reposição das aulas e compensação da carga horária dos funcionários. Segundo o governo, quase 50 dias do ano letivo de 2015 já foram comprometidos pela paralisação, e, pelo cronograma da Secretaria de Educação, cada aluno da rede estadual precisa ter, ao menos, 200 dias letivos de aulas até o final do ano.
O poder público informou, ainda, que não serão abertos processos administrativos contra os diretores das escolas estaduais desde que eles entreguem, aos núcleos regionais de educação, os relatórios mensais de frequência dos profissionais da educação, entre professores e funcionários, referentes aos meses de abril e maio até 12 de junho, e de junho até o dia 5 de julho.
O governo garantiu, também, que não vai rescindir os contratos dos professores temporários que participaram da greve.
Já as quatro faltas do mês de abril, descontadas dos salários dos docentes, serão reembolsadas e tornadas sem efeito a partir do momento que houver a entrega dos relatórios de frequência até o dia 12 de junho e, também, forem elaborados e homologados todos os calendários das unidades escolares pelas chefias dos núcleos regional. A data limite para entrega dos calendários, segundo a secretaria, é 19 de junho.
As condições serão discutidas pela APP-Sindicato em uma reunião marcada para a tarde desta segunda-feira.(com informações da Agência Estadual de Notícias)
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