Imediatamente uma equipe formada pelos socorristas Antunes e Santos Filhos se dirigiram ao local e ao chegar, se deparam com o motociclista já sem o capacete, sendo amparado por populares e policiais militares rodoviários.
O motociclista estava muito nervoso e agitado, tentando afastar os socorristas sem se dar conta que estava muito ferido, o que geralmente ocorre com pessoas que sofrem TCE, relatou o socorrista.
Pouco depois, parentes da vítima começaram a chegar ao hospital em busca de noticias e em meio à revolta, o irmão do motociclista, de nome Altair, manifestou toda a sua indignação com a situação, afirmando que tal acidente poderia ser evitado por parte do poder público, pois não é de hoje que os animais soltos são registrados na PR 160.
Segundo Altair, há vinte anos que ele mora na cidade, neste tempo todo já ocorrerem outros acidentes envolvendo animais naquele trecho da rodovia e ninguém até agora fez nada para evitar, nem mesmo notificar ou punir os proprietários.
Tanto a família da vítima, como os demais usuários da PR-160 e a população, que mora nos arredores de onde ocorreu o acidente cobram das autoridades procopenses uma solução imediata para o problema, antes que uma tragédia maior aconteça.
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