segunda-feira, 18 de abril de 2016

Briga generalizada danifica ônibus e um caminhão de apoio de banda de pagode que deveria se apresentar em Cambará

O que era para ser uma noite alegre e festiva, acabou em cenas de selvageria, pânico e muito prejuízo em Cambará (70 Km de Cornélio Procópio), na noite de sábado (16).

O show que o grupo paulistano Jeito Moleque realizou em na cidade tinha tudo para ser um dos grandes eventos do ano. Tinha, não fosse uma briga generalizada iniciada no meio do show.

Os seguranças agiram rápido, tiraram os brigões para fora do clube, mas foi neste momento que o pau quebrou. Do lado de fora, os selvagens passaram a atirar pedras, tijolos, caco de telhas para dentro do clube, colocando em risco a integridade física de quem foi ao local para festejar e show teve que ser interrompido.

Não contentes, os selvagens destruíram o ônibus da banda e um caminhão utilizado para o transporte dos equipamentos de iluminação.

O corre-corre foi geral. A polícia foi acionada, mas só chegou ao local depois que os meliantes já haviam se evadido das imediações. Uma pessoa foi feria, mas não há informações sobre sua identidade ou mesmo sobre seu estado de saúde.
Além do prejuízo financeiro, há um prejuízo moral, este o mais caro de ser recuperado. Centenas de pessoas estavam no local, boa parte delas vindas de outras cidades da região, que incrédulas, lamentaram o ocorrido.

 Não se sabe como o tumulto foi iniciado. Os seguranças colocaram diversos brigões para fora do clube, mas do lado de fora não havia patrulhamento militar.

O presidente do Clube, Luciano Brum e Henry Oliveira, promotores do evento estavam visivelmente transtornados com o desfecho da festa.

Mais de meia hora depois as pessoas foram liberadas para sair em segurança.

Do lado de fora o clima ainda era tenso. Dois ocupantes em uma moto passaram em alta velocidade pela rua principal e foi ouvido barulhos que lembra disparos de arma de fogo. Não ficou claro se era disparos ou estalos do escapamento da motocicleta.

 A fisionomia das pessoas era de decepção. Algumas delas repetiam "Mil desculpas pelos maus cambaraense".  (Redação e fotos Roberto Francisquini, via Portal Circulando Aqui)

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