A situação que seria corriqueira, se tornou tensa, quando uma pessoa que estava na casa, de nome Joni, começou a interferir no trabalho da PM, indagando os policiais o porquê de eles estarem ali e não prendendo verdadeiros bandidos, iguais aos que assassinaram dois jovens no bairro recentemente, relatou o SGT Alves.
Segundo o policial, foi pedido que este cidadão se retirasse, visto que o mesmo não residia naquele local, então ele passou a menosprezar a equipe, os ofendendo. Novamente foi solicitado que ele deixasse a casa e ao sair, novamente proferiu frases contra os PMs.
Ao finalizarem a prisão que estava programada e se dirigirem com a pessoa que precisava ser detida, os policiais encontraram novamente Joni, que estava em uma esquina próxima. Ele novamente começou a ofender a equipe e questionar o serviço da PM, incitando os populares contra os soldados.
Foi solicitado que o rapaz moderasse as suas palavras, mas foi em vão, obrigando os policiais a darem voz da abordagem a ele e ao grupo que se formava aos seu redor, relatou Alves.
Todos acataram a ordem policial, se colocando em posição de revista, menos Joni, que se negava a obedecer, afirmando ser trabalhador.
Com a recusa do mesmo, os policiais não tiveram outra alternativa e deram voz de prisão ao indivíduo, que resistiu, vindo até atacar os policiais, ferindo o braço de um deles, afirmou o SGT Alves.
Usando de força moderada, rapidamente os policiais imobilizaram Joni, que ainda estimulava os populares contra a equipe, sendo que alguns tentaram impedir a sua prisão.
Neste momento o apoio foi acionado, se dirigindo para o bairro várias equipes, que logo controlaram a situação.
Joni foi levado à sede da PM na 1ª Companhia, onde foi atuado por desobediência, resistência desacato e perturbação do trabalho, assinando temo circunstanciado, onde deverá responder por seus atos perante a Justiça.
Ao finalizar, o SGT Alves salientou que a Polícia Militar esta incumbida de proteger a população e neste caso em particular, estava cumprindo uma ordem da Justiça e não aceitável que um meliante que queira provocar confusão tente inverter os valores, atrapalhando o trabalho dos policiais sem tem conhecimento do que estava acontecendo, pensando que os PMs agiam de forma errada, colocando a população contra a força de segurança pública e todo aquele tentar fazer o mesmo, responderá criminalmente por esta tentativa de desvalorizar a corporação perante a comunidade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário