segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Em C. Procópio, indivíduo é detido por desobediência, resistência, desacato e perturbação do trabalho da PM no Florêncio Rebolho

De acordo com o SGT Alves da Polícia Militar de Cornélio Procópio, no final da tarde de domingo (14), uma equipe da PM se dirigiu até uma residência no Conjunto Florêncio Rebolho por volta das 17h15 para cumprir um Mandado de Prisão em desfavor de um dos moradores, a pedido da Justiça.

A situação que seria corriqueira, se tornou tensa, quando uma pessoa que estava na casa, de nome Joni, começou a interferir no trabalho da PM, indagando os policiais o porquê de eles estarem ali e não prendendo verdadeiros bandidos, iguais aos que assassinaram dois jovens no bairro recentemente, relatou o SGT Alves.

Segundo o policial, foi pedido que este cidadão se retirasse, visto que o mesmo não residia naquele local, então ele passou a menosprezar a equipe, os ofendendo. Novamente foi solicitado que ele deixasse a casa e ao sair, novamente proferiu frases contra os PMs.

Ao finalizarem a prisão que estava programada e se dirigirem com a pessoa que precisava ser detida, os policiais encontraram novamente Joni, que estava em uma esquina próxima. Ele novamente começou a ofender a equipe e questionar o serviço da PM, incitando os populares contra os soldados.

Foi solicitado que o rapaz moderasse as suas palavras, mas foi em vão, obrigando os policiais a darem voz da abordagem a ele e ao grupo que se formava aos seu redor, relatou Alves.

Todos acataram a ordem policial, se colocando em posição de revista, menos Joni, que se negava a obedecer, afirmando ser trabalhador.

Com a recusa do mesmo, os policiais não tiveram outra alternativa e deram voz de prisão ao indivíduo, que resistiu, vindo até atacar os policiais, ferindo o braço de um deles, afirmou o SGT Alves.

Usando de força moderada, rapidamente os policiais imobilizaram Joni, que ainda estimulava os populares contra a equipe, sendo que alguns tentaram impedir a sua prisão.

Neste momento o apoio foi acionado, se dirigindo para o bairro várias equipes, que logo controlaram a situação.

Joni foi levado à sede da PM na 1ª Companhia, onde foi atuado por desobediência, resistência desacato e perturbação do trabalho, assinando temo circunstanciado, onde deverá responder por seus atos perante a Justiça.

Ao finalizar, o SGT Alves salientou que a Polícia Militar esta incumbida de proteger a população e neste caso em particular, estava cumprindo uma ordem da Justiça e não aceitável que um meliante que queira provocar confusão tente inverter os valores, atrapalhando o trabalho dos policiais sem tem conhecimento do que estava acontecendo, pensando que os PMs agiam de forma errada, colocando a população contra a força de segurança pública e todo aquele tentar fazer o mesmo, responderá criminalmente por esta tentativa de desvalorizar a corporação perante a comunidade.

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