A socioeconomista e doutora em meio ambiente e desenvolvimento Manyu Chang foi uma das responsáveis pelo estudo no Paraná. Conforme a pesquisadora, as visitas aos Estados foram realizadas neste ano e o grupo está na fase de conclusão dos cálculos preliminares. Após a finalização da pesquisa, os dados farão parte de um software e funcionários públicos serão capacitados para atualizar as informações. "Na medida em que há mudanças nas variáveis que retratam a vulnerabilidade, os indicadores também têm que acompanhar isso e têm que ser atualizados a tempo. O importante é que as políticas públicas levem isso em consideração para que o governo não tenha surpresas sobre esses impactos no futuro", reforçou.
Com base em um modelo geral climático adotado na Inglaterra, o estudo prevê aumento médio de 5°C nas temperaturas das cidades da metade norte do Paraná entre 2041 e 2070. Londrina deve sofrer elevação média de 5,3°C. Em Maringá, a previsão de aumento é de 5,4°C. Já em Alvorada do Sul, os termômetros devem aumentar 5,7°C.
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