Recentemente ela foi inocentada da acusação de ter acelerado a morte de 7 pacientes da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Virgínia trabalhou no hospital durante 26 anos em situação de Pessoa Jurídica e após sua prisão, o HE a afastou e passou a pagar um valor como auxílio.
O advogado da médica, Guilherme Assad de Lara, afirmou que se conseguiu provar o vínculo da médica com o HE. "Ela era pessoa jurídica e emitia notas, conseguimos comprovar o vínculo de emprego, agora vamos discutir os valores", comentou.
A direção do Hospital Evangélico afirmou que não vai comentar o caso, já que aconteceu durante a gestão anterior. A médica deverá receber indenizações relativas ao FGTS, férias, adicional noturno e 13° Salário.
Logo após a absolvição de Virgínia, no começo do ano, a defesa da médica já havia alertado, em coletiva de imprensa, a intenção da médica entrar com ações também contra o Estado e a União por causa do dano causado à sua atividade e imagem.
Agência Estado
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