Chegando ao local, os socorristas encontraram a vítima, de nome Davi, com cerca de 50 anos de idade, aparentando estar embriagado, apresentando laceração em um dos dedos do pé esquerdo, ferimento corte contuso no joelho e fratura em quadril.
O homem que dizia ter passado pela prisão, reclamava do atendimento, evitando a colocação do colete cervical e passando a ser agressivo com os socorristas que não desejavam deixá-lo a mercê da sorte, pois na situação que ele se encontrava, seus ferimentos poderiam se agravar.
Os socorristas exigiram que a vítima os acompanhassem, mas ele se negava e acabou se exaltando, assustando as pessoas que acompanhavam o trabalho dos bombeiros, sendo necessário acionar o apoio da Polícia Militar para leva-lo ao hospital.
Não é obrigação dos bombeiros ou agentes do SAMU prestarem atendimento a uma pessoa que recuse a ser socorrida, basta ela assinar um termo de responsabilidade, mas neste caso, a vítima não estava em condições de responder pelos seus atos e usado de bom senso e de solidariedade, os soldados do SIATE, mesmo a contra gosto do paciente, resolveram encaminhá-lo ao pronto socorro praticamente a força.
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