terça-feira, 27 de setembro de 2016

Morte de presidente da Portela foi execução sumária, diz delegado

ReproduçãoPresidente da escola de samba Portela e candidato a vereador pelo PP, Marcos Vieira de Souza, conhecido como Marcos Falcon, foi assassinado a tiros na tarde da última segunda-feira (26), em Campinho, zona norte do Rio de Janeiro, em pleno comitê de campanha. Ele foi executado dentro do escritório por homens encapuzados, que invadiram o local armados de fuzil. O titular da Divisão de Homicídios da Capital, delegado Rivaldo Barbosa, detalhou como foi a mecânica do crime. 

"Foram quatro homens em um carro que estacionou na porta do comitê. Três deles desceram armados de fuzil, enquanto o motorista aguardava ao volante. Dois dos assassinos entraram no comitê, enquanto o terceiro ficou do lado de fora. A ação foi rápida e foram disparados dezenas de tiros, sem chance de reação da vítima, que morreu na hora. Muitos dos tiros atingiram a cabeça de Falcon", informou Rivaldo. 

O delegado Rivaldo Barbosa disse ainda que o crime foi uma execução sumária. "Foi uma ação direcionada a Falcon. Uma execução sem chances de defesa. O policial foi atingido por vários tiros", afirmou Rivaldo. 

Após o trabalho dos peritos da Delegacia de Homicídios, o corpo de Falcon foi retirado do escritório de campanha por homens do Corpo de Bombeiros. 


Quando o corpo deixou o local em direção ao Instituto Médico-Legal (IML) para perícia complementar e trabalho dos médicos legistas, os moradores da região bateram palma como uma última homenagem ao presidente da Portela.

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